domingo, 2 de novembro de 2008

E Sobre o Amor

Amor, pra mim, é sorrisos e abraços daqueles bem demorados, dos mais aconchegantes, dos infinitos. Quando a gente sabe que mesmo depois "DA" briga não vai conseguir parar de pensar na pessoa e rir de alguma lembrança que tu tenha com ela - e mais do que isso, lembrar constantemente, meio a contragosto, meio muito querendo. Amor é saudade depois de meia hora, rir de besteira e usar os cinco sentidos a seu favor, ou, dependendo do ponto de vista, contra você mesmo; mas mais do que tudo, gostar disso. Pensar que talvez, e provavelmente, valha a pena qualquer coisa, inclusive se contradizer algumas vezes, e que o importante seja como esse alguém consegue te fazer sentir até nas piores horas.
Até aí o amor pode ser amigo, quase sempre começa como um amor amigo: de repente, você começa a se imaginar beijando essa pessoa, acordando ao lado dela, fazendo sexo com ela. Quem não consegue aceitar essa visão acaba matando o amor amigo e subvertendo o outro amor, que não tem nome nem limite.